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As Melhores Festas de Praia pelo Mundo
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Sol, calor, pouca roupa, descontracção, música e… festa! No Verão as praias transformam-se não só em lugares para relaxar e aproveitar o clima bom mas também para dançar e celebrar com os amigos.
Algumas beach parties pelo mundo são mais disputadas que muitos clubes e discotecas famosos, e atraem milhares de pessoas durante todo o Verão.
O AEIOU e o HostelBookers, o site especialista em acomodação barata pelo mundo, listam de seguida alguns dos melhores destinos com festas de praia, onde a diversão começa cedo e não tem hora para acabar.
1. Full Moon Party | Haad Rin Beach, Koh Phangan, Tailândia
É bom reservar o melhor bikini para lá, já que esta é considerada talvez a melhor beach party do mundo!
A Full Moon Party começou com um grupo de turistas que achavam que a lua cheia de Koh Phangan era a mais bonita que tinham visto na vida. Hoje, mais de 20.000 pessoas vão todo ano para lá, não só para apreciar a lua cheia mas para fazer festa até de manhã.
A festa começa ao entardecer. Milhares de luzes são acesas para dar o clima. Quando menos se espera, a praia de Haad Rin está tomada por música e gente de todo tipo a dançar. Não faltam também atracções como cuspidores de fogo e bailarinos.
Onde ficar: Veja hostels em Koh Pha Ngan, Tailândia, por menos de €3 por noite!Hostel
Foto: YoTuT @flickr
2. Playa d’en Bossa | Ibiza, Espanha
É impossível pensar em Ibiza e não associar à praia, festa, bebida e juventude. Nada de horário para dormir na Ilha Branca. Vai ter sempre uma after party depois da festa, e depois outra festa depois dessa festa, e depois outra, e outra, e outra…
A dica é ir até o Café del Mar para assistir ao pôr-do-sol antes das festas. Claro que os melhores clubes e discotecas do mundo estão lá (Pacha, Privilege, Space), mas o melhor mesmo é caminhar até uma das praias e curtir as festas ao ar livre. E a Playa d´en Bossa é a rainha delas, com sua Bora Bora Beach Party.
Onde ficar: veja hostels em Ibiza a partir de €10 por noite!
Foto: DirkZ @flickr
3. Sant Joan | Barceloneta, Barcelona, Espanha
A tradição do festival Sant Joan tem séculos em Espanha. Nos dias 23-24 de Junho, praias, praças e ruas de Barcelona são tomadas por fogueiras, concertos e gente animada.
A praia da Barceloneta é o centro de toda a acção. Os bares à beira-mar funcionam até altas horas, com músicas para todos os gostos, transformando-se numa gigante beach party – ou como diriam os locais uma “verbena” ou “revetlla” das boas.
O evento marca o solstício do Verão e é feriado no dia seguinte. Portanto, todo o mundo pode celebrar junto à meia-noite – a Hora da Boa Fortuna.
Onde ficar: veja hostels em Barcelona a partir de €9 por noite!
Foto: El coleccionista de instantes @flickr
4. Goa, Índia
As praias de Goa, na Índia, são mundialmente famosas pelas suas festas rave. Podem ter menos “glamour” que as de Ibiza, mas aqui a paixão pela música fala mais alto.
A vida noturna de Goa é mesmo fascinante, com o Oceano Índico como perfeito pano de fundo para as luzes e fogos ao longo da praia. Adicione DJs de primeira qualidade espalhados pelas praias, mais alguns lounges e bares, e a festa está completa.
É só o sol se pôr que já dá para se encaminhar para Anjuna, Morjim ou Palolem para as melhores raves. Vale também apanhar um barco até uma das ilhas.
Onde ficar: veja hostels em Goa, Índia a partir de €5 por noite!
Foto: m.a.r.c @flickr
5. Super Paradise | Mykonos, Grécia
Falando em glamour, poucas festas de praia superam a Super Paradise, em Mykonos, a mais incrível das ilhas gregas. Clubbers, modelos famosas, jetsetters e mochileiros juntam-se neste paraíso de sol e beleza sem fim.
Não há como resistir às temperaturas quentes, água azul e arquitectura incrível à volta. Vale lembrar que é também um ponto alto para os naturistas – em algumas áreas, a nudez é obrigatória, então é bom preparar-se!
Se de dia a ordem é relaxar e aproveitar o clima, à noite não vai faltar festa e animação. Cedo as pistas de dança já são montadas ao longo de Mykonos. Alguns dos melhores clubes e bares do mundo – como o famoso Paradise Beach Bar – estão por lá e não têm hora para fechar.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
As Melhores Festas de Praia pelo Mundo
quinta-feira, 21 de março de 2013
ViewRange Trekking
domingo, 17 de março de 2013
Genesis – Fotografo - Sebastião Salgado
sábado, 16 de março de 2013
Anousaka Shankar
quinta-feira, 14 de março de 2013
Bruce Springsteen
segunda-feira, 4 de março de 2013
O tempo já não tem tempo para o tempo
O tempo já não tem tempo para o tempo
Vivo numa cidade
Onde os electricos passam sempre a mesma hora
os sinos tocam em unisono de para em par
é uma cidade vulgar.
Mas áquela hora
eu corria para janela para te ver passar
Como era vago meu olhar ao ver-te passar
... Minha alma ficava rendida de tanto de te amar
Com o tempo ja nao o fazias devagar
Com ar alheio passavas
sem eu te poder comtemplar
Cada dia eras mais rapida ao passar
acabei por deixar de te ver
e ai percebi
que antes que minha alma em pranto
ficasse a sangrar
Tinha que pintar outra tela para comtemplar.
Entendo.´
por vezes temos quase voar
A necessidade talvez
O tempo já não tem tempo para o tempo
ja nem se ouve o sino da igreja que a hora está a marcar
em tudo nos queremos apressar
nossos passos termos que acelarar
O metro ,
O aviao ,a hora de trabalhar
Ja nao comtemplamos o que o belo tem para dar´
Então percebi meu coração
Tinha que pintar outra tela para comtemplar.
Deixas-te de passar
by Jorge Pereira
in Improviso
domingo, 24 de fevereiro de 2013
Toranja–A carta
Carta
Toranja
Não falei contigo
Com medo que os montes e vales que me achas
Caíssem a teus pés...
Acredito e entendo
Que a estabilidade lógica
De quem não quer explodir
Faça bem ao escudo que és...
Saudade é o ar
Que vou sugando e aceitando
Como fruto de Verão
Nos jardins do teu beijo...
Mas sinto que sabes que sentes também
Que num dia maior serás trapézio sem rede
A pairar sobre o mundo
Em tudo o que vejo...
É que hoje acordei e lembrei-me
Que sou mago feiticeiro
Que a minha bola de cristal é folha de papel
Nela te pinto nua, nua
Numa chama minha e tua.
Desconfio que ainda não reparaste
Que o teu destino foi inventado
Por gira-discos estragados
Aos quais te vais moldando...
E todo o teu planeamento estratégico
De sincronização do coração
São leis como paredes e tectos
Cujos vidros vais pisando...
Anseio o dia em que acordares
Por cima de todos os teus números
Raízes quadradas de somas subtraídas
Sempre com a mesma solução...
Podias deixar de fazer da vida
Um ciclo vicioso
Harmonioso ao teu gesto mimado
E à palma da tua mão...
É que hoje acordei e lembrei-me
Que sou mago feiticeiro
Que a minha bola de cristal é folha de papel
Nela te pinto nua, nua
Numa chama minha e tua.
Numa chama minha e tua.
Desculpa se te fiz fogo e noite
Sem pedir autorização por escrito
Ao sindicato dos deuses...
Mas não fui eu que te escolhi.
Desculpa se te usei
Como refúgio dos meus sentidos
Pedaço de silêncios perdidos
Que voltei a encontrar em ti...
É que hoje acordei e lembrei-me
Que sou mago feiticeiro...
...nela te pinto nua, nua
Numa chama minha e tua.
Numa chama minha e tua.
Ainda magoas alguém
O tiro passou-me ao lado
Ainda magoas alguém...
Se não te deste a ninguém
Magoaste alguém
A mim... passou-me ao lado.
A mim... passou-me ao lado.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
Tap Air Portugal
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Veneza em um dia
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Sonhei com mundos e cores
Sonhei
Sonhei com mundos e cores
com perfumes e amores
esperei por estrelas e cometas
por mensagens e beijos loucos.
Fiquei só ao vento frio
na esquina da solidão
que me bateu ao peito
resisti não sei como
... talvez pela teimosia
da minha alma.
Percorro meus versos agourentos
esvaindo-me pelo nada
Passeios oníricos
Meus olhos fartos de lugares-comuns
Num só impulso..´
Não estou aqui´
nunca estive
Perdi-me
pelo universo de labirintos
Em teu corpo iluminado
Meu caminho nao tem volta
Pouco me interessa o tempo sem passado

terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Jetro Tull – LIve at Madison Square
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Para entender Bergman (ou começar)
Poucos diretores imprimem sua marca e transformam suas películas em obras de arte. Trabalhos capazes de tocam a quem assiste de maneira tão profunda e irreversível que alteram sua percepção da própria vida. Ingmar Bergman é um desses exemplos. Suas obras estão repletas de poesia e são de extrema complexidade. Mas não fuja. Assistir os filmes de Bergman é uma experiência pessoal, única e uma oportunidade para conhecer intimamente o diretor.
© Ingmar Bergman, Ficher Nilsson, (1952).
Ingmar Bergman (1918 — 2007) é um dos maiores cineastas da história. Sua produção foi extensa, mais de cinquenta filmes e roteiros – entre os anos de 1946 a 2003 - intercalados por uma série de trabalhos para televisão, sem contar peças de teatro. Bergman faz parte da geração de cineastas que surgiram após à II Guerra Mundial, que despontaram mundialmente com seus filmes de narrativas mais complexas, explorando ao máximo a linguagem cinematográfica. Histórias um pouco diferentes das que dominavam as telas do mundo - com exceções, brilhantes, logicamente - histórias que fugiam das conclusões previsíveis e finais palatáveis. É neste período que surgem o neorrealismo italiano, a Nouvelle Vague, o cinema novo, entre outros movimentos.
© Ingmar Bergman, Sjostrom, (1957).
A densidade do pensamento de Bergman vem da própria cultura e sociedade nórdica. Não é possível compreender sua produção sem pensar na tradição teatral sueca e nórdica em geral, de Henrik Ibsen (1828-1906), Søren Kierkegaarg (1813-1855) e August Strindberg (1849-1912). A produção de uma sociedade avançada, no aspecto material, permitiu a concentração incisiva nos problemas mais angustiantes e existenciais do homem moderno.
© Ingmar Bergman, Ekman, (1957).
O que atrai em sua obra é o modo como Bergman trabalha com temáticas delicadas e de forte carga existencial: a solidão, a religião (resultado de sua criação religiosa), a morte, o erotismo com toda sua violência e impotência, a racionalidade mesclada nos mais diversos absurdos. Na atualidade, seus filmes causam estranheza e são por vezes difíceis de compreender - e ainda permanecem extremamente atuais.
De seus filmes saíram atores consagrados que conquistaram o mundo, como Max von Sydow, Bibi Andersson e Liv Ullmann. Como técnica, temos o flashback, ferramenta essencial em suas narrativas e que se tornou uma característica em seus filmes, assim como a interação do ator diretamente com a câmara, como se estivesse dialogando ou olhando para o espectador. Elementos e pessoas que ajudaram Bergman a construir seu cinema.
© Ingmar Bergman, Sjunde Inseglet, (1957).
Sétimo Selo (1956), filme que representa o auge da genialidade do diretor, foi baseado numa peça de teatro escrita pelo próprio Bergman. O filme demonstrou alguns dualismos vividos por Ingmar, em torno das crenças religiosas herdadas do pai, um pregador luterano autoritário. A questão da fé e as consequências existenciais do enfrentamento de fé e filosofia são reflexões que Bergman extraiu do pensamento de Kierkegaard e desenvolveu através da torturante e angustiante dúvida e da fé em Deus, questão essencial da existência humana.
Esteticamente, o grande trunfo foi realizar o filme em branco e preto - como outros filmes seus do período - ainda que na época já houvesse filmes coloridos. Uma escolha perfeita para a atmosfera de desespero e desolação da Idade Média, que potencializou as cenas da queima da bruxa e das pessoas flageladas.
© Ingmar Bergman, "O Sétimo Selo", o jogo de xadrez entre a morte e o cavaleiro, (1957).
Já em Morangos Silvestres (1957), Bergman entra no mundo da subjetividade para traduzir a jornada para a compreensão do sofrimento e a busca pela reconciliação com seu passado e presente. Vemos um dia na vida de Isak Borg em um road movie existencial, onde a memória, o onírico e o real se entrelaçam e evidenciam a angústia do personagem e a sua tentativa de se reconstruir a si mesmo e suas relações.
© Ingmar Bergman, poster do filme "Persona", (1966).
Em Persona (1966), Bergman trabalha questões existenciais, a metáfora do cinema e do teatro, e a própria realidade por meio de cenas de puro simbolismo. Os tons cinza ajudam a criar a atmosfera de frieza e isolamento das personagens.
A personagem principal, Elisabeth, é uma famosa atriz que durante a apresentação da peça Electra toma consciência da mentira em que vive e decide não mais mentir - e para isso cala-se. Por isso, o som e o silencio são instrumentos utilizados para acentuar o suspense ou a dramaticidade de cada cena e criar o ritmo da película. O título do filme remete ao teatro (o termo persona provém da máscara usada nas tragédias gregas).
© Ingmar Bergman, "Persona", as atrizes Bibi Andersson e Liv Ullmann, amante e parceira de Bergman em diversas produções, (1966).
© Ingmar Bergman, "Gritos e Susurros", (1972).
Em Gritos e sussurros (1972), a questão exaltada é a impossibilidade de separar a dor física da dor mental, vendo a mente e o corpo como um elemento único. A dor da personagem de Agnes existe. Perpassa seu ser, nasce e morre nas relações familiares com sua mãe no passado e suas duas irmãs no presente. Irmãs que também sofrem, mas que, diferentemente de Agnes, não percebem de onde pode vir o alivio para a dor incessante: o amor e o afeto. Apenas Anna, a governanta - menosprezada pelas irmãs – é capaz de dar alívio físico e mental a Agnes.
Karin, uma das irmãs, chega ao ponto de automutilar-se para evitar o contato do marido. Enquanto Marie é indiferente à tentativa de suicídio do marido quando este descobre que foi traído por ela. Nenhuma das irmãs é má - Bergman não trabalha com bem versus mal -, são apenas impotentes diante da dor própria e alheia. A própria cor vermelha, onipresente no filme, é a visão que possui da alma humana.
© Ingmar Bergman, "Gritos e Susurros", a mutilação de Karin, (1972).
Estes são apenas quatro filmes de sua extensão produção, mas o suficiente para perceber a complexidade e profundidade da alma de Bergman, e principalmente como sua obra é atemporal e capaz de tocar a todos.
Cisco Vasques: A fotografia artística
Gaúcho, nascido em 1980, Cisco Vasques é fotógrafo, maquiador e músico, suas produções me conquistaram e certamente vão conquistar você.
Seus trabalhos fotográficos são profundamente surpreendentes, Cisco sabe criar uma atmosfera artística de maneira bastante pessoal, domina a maquiagem e explora de forma deslumbrante à construção de próteses em látex, criando uma personalidade única nas pessoas, um resultado que se une aos ambientes e adereços de forma provocante e poética.
Suas produções são presença marcante em sua vida, a cúpula, sua casa, é o palco onde ele fotografa e desenvolve seus trabalhos, livre das tendências ditadas pelo mercado, habitualmente ele nos presenteia com belos retratos.
Fotografia de Aaron Hawks
O fotógrafo Aaron Hawks caminha na ténue linha que separa a arte da pornografia, ou mesmo de práticas sexuais menos vulgares. Algumas vezes dominante, outras submisso o trabalho tem força e personalidade.
Fotografias de Aaron Farley
A fotografia é de facto um mundo fascinante, onde cada pessoa desenvolve o seu olhar e perspectiva própria sobre o que a rodeia. Aaron Farley é um apaixonado pela fotografia. Faz desta arte o seu trabalho e modo de vida desde os seus 20 anos. É hoje um conceituado fotógrafo Americano, com um Portfolio recheado de olhares e com um leque de clientes fixos para os quais desenvolve trabalhos unidos pelo factor de nome criatividade.
Agarra as cores, sabe como as destacar, evidencia as sombras, capta o movimento e desenvolve acima de tudo um trabalho bastante diversificado. Aaron tem de facto a capacidade de elaborar trabalhos admiráveis quer em cenários urbanos, quer em ambientes mais selvagens e naturais. Desenvolve e mostra ao mundo as suas fotografias, consideradas de autor, mostrando a sua perspectiva única e criativa sobre determinado objecto, pessoa ou situação, chegando mesmo a fotografar algumas celebridades.
Aaron Farley estudou fotografia, chegando a adquirir o bacharelato na Universidade de Washington. Em 2000 muda-se para Los Angeles, onde vive actualmente com a sua mulher e filha, sendo também aqui que desenvolve trabalhos para clientes de nome, como por exemplo, a marca Adidas, a agência Ogilvy & Mather, Getty Images, Guitar Center, entre outros. Assumindo sempre vários registos fotográficos, torna-se um fotógrafo dinâmico e conceituado no trabalho que desenvolve para esta arte.
Julgo que o poder dos seus registos se torna forte, porque neles existe uma marca pessoal, uma perspectiva de autor, o que faz com que quem admire e veja o trabalho de Aaron, o saiba identificar como sendo do próprio e reconheça futuros trabalhos do mesmo.
Um olhar atento unido á dedicação e ao saber criar.